Archive for the ‘software’ Category

Novo Google Sites
10 de julho de 2017

O Google sempre acompanhando os novos tempos, deu uma roupagem nova nas suas ferramentas/espaços de publicação gratuita. Primeiro foi com o Blogger (ou Blogspot.com) que ficou mais parecido com um CMS como o WordPress; agora o Google Sites que virou uma ferramenta que produz sites responsivos.

Quem usava o saudoso Yahoo Geocities sabe como espaços gratuitos para hospedar páginas na internet pode reunir tanto uma comunidade como empresas ou profissionais.

O Google mantém a versão antiga (ou clássica) e a nova do Google Sites. Apesar de ser uma evolução, no design ele se assemelha a diversos construtores de home-pages ou sites gratuitos na internet, seja como ferramenta de hospedagens de sites ou não.

A diferença é que o Google está unificando os arquivos gerados pelos usuários em todos os seus sites; agora os sites criados no Google Sites fica armazenado no Google Drive do usuário.
Quem sabe um dia todos os conteúdos de todos os sites, blogs, redes sociais do Google ficarão reunidos num único repositório, facilitando a reutilização e compartilhamento pelos usuários.

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Google sites clássico.

 

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Modelos do Google site clássico

 

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Google Sites novo

 

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Modelos do novo Google Sites.

Ferramentas para design gráfico e infográficos
14 de janeiro de 2017

Hoje em dia a internet está sendo, mais que uma mídia, uma plataforma de comunicação. Assim como o Google aposta suas fichas nisso com o Google Chromebook (um laptop com sistema operacional próprio, conectado a internet, onde todos as ferramentas de trabalho estção online), a cada dia surgem novas ferramentas para trabalho online.
Cito aqui duas, com versão gratuita e paga, para quem precisa produzir conteúdo online a partir de modelos prontos ou do zero, sem ter ferramenta instalada no seu aparelho (basta estar conectado a internet):

Piktochart

piktochart-ferramenta-online

Piktochart.com permite criar gráficos e infográficos online para fazer apresentações bonitas, com interface do tipo drag-and-drop/arrastar-e-soltar (ou WYSIWYG, What You See Is What You Get, para a galera técnica).

Prós:

  • fácil de usar, ferramenta online.
  • boa biblioteca de ícones, gráficos, imagens de fundos; fácil inserção de mapas-mundi e vídeos na internet.

Contras:

  • interface em inglês.
  • Design de modelos prontos bons, mas dentro do esperado.

Canva

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Canva.com é um a ferramenta que permite fazer designs para diversas finalidades: de uma postagem para rede social até uma apresentação ou publicação com várias telas ou páginas.

Prós:

  • fácil de usar, interface limpa, com o mínimo de funções e que reproduz um programa instalado (undo/desfazer no teclado, p.ex.).
  • permite salvar trabalhos feitos como imagem plana.
  • Site em português.
  • Modelos de designs muito bons.

Contras:

  • pode ser um pouco lento, durante o uso.
  • a interface de uso tem suas convenções, como p.ex., um objeto que está acima/sobre os demais (mesmo tendo interior vazado/transparente) impede à seleção dos objetos que ficam abaixo/atrás, até ser  enviado “para trás”; lembra a opção do Corel Draw de “tratar todos objetos como preenchidos”.

Nas versões gratuitas, a marca do site aparece em todos os layouts produzidos, que podem ser baixados em forma de imagem.

MarketDrops
17 de dezembro de 2015

Tipos & tipografia

Um haikai tipográfico interessante de Rodolfo Capeto, designer, direto do Clube dos Tipos, no FaceBook:

haikai-tipografico

(mais…)

Dicas do Google: webdesign móvel
17 de dezembro de 2014

Webdesign para smartphones e tablets

Wallace Vianna é webdesigner no Rio de Janeiro

Fique atualizado webdesigner e desenvolvedor web!

O Google criou campanha para fazer uma web mais acessível por dispositivos móveis com dois sites, o

que tem como finalidade orientar os desenvolvedores e designers sobre como fazer sites melhores.

Outros links são para quem possui sites ou deseja desenvolver sites melhores:

Leia mais nesta matéria do O Globo online. que fala sobre como tornar páginas mais fáceis de ler em smartphones e tablets.

A capa de meu site passou no teste do Google!

A capa de meu site passou no teste do Google!

Reflexões profissionais 2014:1
13 de julho de 2014

Wallace Vianna é webdesigner, designer gráfico e desenvolvedor web.

A simplicidade é a maior vingança

Mesmo antes dos CMS havia a crença de que sites dinâmicos eram o estado-da-arte em desenvolvimento de páginas para a web. Fazer cada área da página ser carregada ao abrir a página pode ser prático para quem fez a página, mas pode tornar o conteúdo ilegível para buscadores de internet. Fazer páginas “simples” em que o layout não seja dependente da programação hoje é o mais indicado, pois a tecnologia tem de servir ao dono da página, e não ao programador que a fez.

Sites com “design magazine”, tipo página de revista ou jornal, onde cada milímetro custa dinheiro estão dando lugar ao “design móvel” ou design para dispositivos móveis, onde a página tem de ser simples ao extremo, para ser acessada em celular, ou tablet.

Esses cenários mostram que quem apostou na simplicidade estava certo. Se uma página é fácil de ser acessada num celular, num computador de mesa mais ainda. Se um site é acessível por um deficiente visual ou motor, mais fácil por pessoas sem deficiências.

A simplicidade estava certa. Chega de milhões de letrinhas miúdas em uma tela.

Chega de milhões de letrinhas e ícones miúdos em uma tela – apertada ou ampla. Que este novo paradigma seja adotado em breve em programas da Adobe como After Effects, ou de 3D como o Maya.

(mais…)

Mudanças em serviços online: skydrive/One Drive e Acrobat.com
23 de fevereiro de 2014

Mudanças nos serviços online de duas grandes empresas de software do mercado:

O SkyDrive da Microsoft agora se chama One Drive, após a MS perder batalha judicial sobre a propriedade do nome SkyDrive. Os aplicativos online da MS aparentemente deixam de se chamar “MS Office Web Apps” e agora se chamam “Word Online”, “PowerPoint Online”, etc. Ficou melhor.
A MS aproveita a mudança de nome para oferecer novos recursos, como uma melhor edição colaborativa de documentos em tempo real, conversão de vídeo e   envio automático de fotos de câmera no Android (que já existia em iOS, Windows Phone e Windows 8.1).

A Adobe está descontinuando o site Acrobat.com, que encerrará suas atividades em 6 de janeiro de 2015. Calendário de fechamento:

  • Primavera de 2014: Ferramenta de download de todos os arquivos – ou individualmente – (em um único clique) será disponibilizada.
  • Outono de 2014: Arquivos não poderão mais ser criados, modificados, apagados ou enviados (apenas baixados)
  • 6 de Janeiro de 2015: Acesso ao site encerrado, com arquivos armazenados, apagados.

Uma pena, mas foi um cochilo da Adobe, pois, cobrar para oferecer serviços que existem gratutamente na internet, só se houvesse um diferencial muito grande. A Adobe poderia capitalizar com propaganda, deixando os serviços gratuitos…

Corel por assinatura
28 de agosto de 2013

Wallace Vianna é designer gráfico e webdesigner.

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Até a corel está migrando para o chamado SaS (traduzindo, Software enquanto serviço), ao oferecer o seu carro-chefe, o Corel Draw em assinatura mensal ou anual.

Na verdade há 3 modalidades de se adquirir o programa: em versão completa, de atualização ouvia  download eletrônico; a segunda seria assinatura com pagamento mensal ou anual; a terceira seria a associação, que permite que os usuários do software obtenham recursos adicionais, online, no site da Corel.

Como citei outras vezes neste blog, as empresas de software estão migrando aos poucos para o software online, flexibilizando o uso do software, seja como produto (comprou, levou) ou como serviço prestado ( aluguel de software).
Acho que faz todo o sentido as opções de compra ou aluguel de software, instalado ou online. Para quem faz uso limitado dos programas o aluguel está perfeito, pois em breve as propagandas irão pagar o uso desses programas. Pra quem precisa de velocidade e/ou variedade de recursos, o software instalado cumpre bem esse papel.

Um passo além é o que a Microsoft fez com sua linha de programas, oferecendo uma versão limitada, online, gratuita, para quem é cadastrado nos sites da Microsoft (Live.com), como por exemplo, o SkyDrive.

Fico imaginando quando o software livre irá adotar a mesma filosofia (Apache Open Office online, p.ex.).

Adobe Creative Cloud (ACC)
23 de agosto de 2013

Wallace Vianna é designer gráfico e webdesigner.

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Marcas de alguns programas da linha Adobe CC. Fonte: Adobe

Como já havia comentado por aqui, a Adobe está acompanhando os novos tempos, e uma de suas estratégia de “software nas nuvens” (software como serviço, online, na internet) é o Creative Cloud.

Agora a Adobe descontinuou a linha de produtos/softwares/programas “CS” (Creative Suite) e adotou o nome CC (Creative Cloud) que nada mais é que a continuação da linha CS6.
A estratégia de oferecer produtos instalados no computador, mas atualizados e registrados online continua, e a Adobe faz isso de modo gradual, para que a migração ocorra sem traumas. A novidade é que os programas estão mais integrados aos softwares online, como já ocorria na versão CS6.

Por exemplo, o Dreamweaver (diagramador de páginas web) agora (a) tem maior conexão com o Adobe Business Catalyst (uma solução online de CMS, SEO e e-mail marketing); (b) permite usar modelos de sites feitos para CMS como o WordPress; (c) possui novas bibliotecas JQuery e JQuery Mobile (bibliotecas de códigos para páginas visualizadas em computadores de mesa e de mão) entre outros recursos necessários para quem desenvolve páginas e aplicações para a internet.
Realmente, foi uma atualização necessária.

A linha CC na verdade está preparando os consumidores para uma futura versão dos softwares da Adobe, totalmente online, quando oferece os programas (instalados) por uma assinatura anual. Não importa o modelo, é muito mais interessante pagar apenas pelo que se usa, pois isso desestimula o argumento de que os programas são muito caros para se usar apenas por um ano, ou seja, a pirataria. Existem planos anuais para empresas (U$D 600,00 ou R$ 2.220,00), estudantes (U$D 256,00) e indivíduos (R$ 283,00) por mês.

Parabéns pelo esforço da Adobe de acompanhar os novos tempos, seja com software pago ou livre; espero que não cometa o erro da Corel que tempos atrás apostou suas fichas em diversas áreas, e acabou se rendendo aos fatos (ninguém pode ser bomem tudo) focando em um grupo de programas próprio, limitados, porém de peso e relevância.

Fontes: Tecmundo, BH Photo Video, Adobe.com,

Mais novidades do Adobe Reader
23 de agosto de 2013

Wallace Vianna é designer gráfico e webdesigner.

O Adobe Acrobat Reader, agora apenas Adobe Reader, conforme explica a Wikipedia, na versão XI inclui menu dentro de programas do Ms Office, já instalados.
O menu de opções é variado, conforme imagem a seguir ilustra:

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Há um vídeo no site da Adobe que demonstra esse plug-in funcionando.

Mas o mais legal talvez seja a última opção: inserir Flash em seu documento do MsOffice. Quem já tentou fazer isso antes sabe do pequeno parto que era habilitar a barra de ferramentas do desenvolvedor nos aplicativos Ms Office e escolher as opções para inserir arquivos Flash.
A Microsoft, a exemplo de trocentas empresas/sites online, disponibiliza plugin para a suíte salvar arquivos em formato XPS (o PDF da Microsoft) e PDF.

Acho que a Adobe pressentindo que o formato PDF está saindo de seu domínio exclusivo resolveu oferecer essa solução, que vai além do que a concorrência já oferece.

Outra sacada genial foi integrar o Adobe Reader a seus aplicativos na “nuvem” (internet, site http://www.acrobat.com). Alguns serviços são gratuitos, outros pagos,

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Por exemplo, criar PDF é um serviço pago, mas enviar arquivos é gratuito. Você pode usar o Adobe Acrobat Reader para enviar arquivos para o serviço SendNow; os arquivos depois podem ser baixados via internet.

Se tiver conta no site da Adobe os arquivos ficam guardados num gerenciador de arquivos deste serviço, o que permite recuperar e gerenciar arquivos enviados.

Mas fica a dica: para utilizar esses serviços é necessário um navegador de internet atualizado, e/ou um programa de e-mail cliente configurado em seu computador.

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Adobe online
25 de novembro de 2012

Wallace Vianna é designer gráfico e webdesigner.

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Adobe está divulgando sua carta de intenções para o desenvolvimento web, com diversos sites e serviços, como o site HTML adobe.com; os links desse site apontam para:

http://html.adobe.com/webstandards:
um resumo dos serviços que a Adobe pretende oferecer para os webdesigners e desenvolvedores web, com CSS 3 (efeitos, animações e conceitos novos a serem utilizados com essa tecnologia)

http://html.adobe.com/opensource:
tecnologias e serviços em forma de código aberto, livre. Engloba:
Brackets (editor de HTML 5, CSS3 e Javascript)
Apache Cordova (plataforma para construção de aplicativos para dispositivos móveis)
jQuery Mobile (biblioteca Jquery para dispositivos móveis)
WebKit (conjunto de bibliotecas para uso de CSS 3)
Web Platform Docs (iniciativa da Adobe junto com webplataforms.org para criação de documentação de padrões web independentes de ramo, plataforma ou navegador. Algo como um novo W3C)
CreateJS (bibliotecas de código Javascript para criação de conteúdo interativo e multimídia).

http://html.adobe.com/edge:
vários serviços e ferramentas para aumentar a produtividade para webdesigners e desenvolvedores web. Esse último se subdivide em:

Adobe Edge Animate
Edge Animate: programa para fazer animações para web.

Adobe Edge Reflow
Edge Reflow: programa para fazer layouts (páginas) para dispositivos móveis.
Adobe Edge Code
Edge Code: editor de código HTML 5, CSS 3 e Javascript.
Adobe Edge Inspect
Edge Inspect: visualizador online de páginas em dispositivos móveis (requer Flash Player atualizado).
Adobe Edge Web Fonts
Edge Web Fonts: fontes gratuitas para seus sites ou páginas. Requer navegador de internet atualizado com CSS 3.
Adobe Typekit
Adobe Typekit:  O site TypeKit, adquirido pela Adobe em 2011, oferece fontes de texto comerciais, para uso em seu site.
Adobe PhoneGap Build
PhoneGap Build: construtor online de aplicativos para dispoitivos móveis.
Além dessas iniciativas, há outros serviços para compartilhamento, colaboração e publicação de aplicativos e sites:
Creative Cloud Files: Armazenamento de arquivoas online para acesso em dispositivos múltiplos
Business Catalyst: CMS da Adobe, um conjunto de ferramentas para gerenciamento de sites, hospedagem, métricas de SEO/SEM.
Story Plus: Site para  desenvolvimento de textos, em modo colaborativo, online.
Digital Publishing Suite, Single Edition: criação e publicação de aplicativos online.
Há ainda o Adobe Browser lab, um serviço semelhante ao Edge Inspect, citado acima, um visualizador online de páginas (online e offline) em diversos navegadores. é integrado ao Dreamweaver cs5 em diante, e requer Flash Player atualizado.
Ou seja: a Adobe está como sempre acompanhando o mercado. Espero que como a Corel no passado, não descubra que está atirando para muitas frentes, com muitos serviços que ao longo do tempo não sobreviverão. Eu mesmo, enquanto desenvolvedor web fico meio perdido ao decidir entre tantos programas e serviços na hora de desenvolver um projeto. Minha tendência seria usar as tecnologias que já conheço, e buscar uma nova apenas quando não encontrar aquilo que necessito.Mas é claro, existem pessoas que são fiéis a uma marca, e a Adobe deve estar apostando suas fichas nesse sentido, já que tradicionalmente sempre esteve muito próxima de uma determinada empresa, cujos clientes são extremamente fiéis.