Archive for the ‘eventos’ Category

Palestra SENAC RJ/FATEC: Designer de Interação: Conheça a profissão que o mercado digital precisa
8 de outubro de 2016

A Faculdade de Tecnologia Senac Rio (R. Santa Luzia, 735 – Centro, Rio de Janeiro) promoveu em 26 de setembro de 2016, às 19h, o evento “Designer de Interação: Conheça a profissão que o mercado digital precisa”. Foram duas palestras gratuitas com os profissionais Guilhermo Reis (gerente da plataforma VOD – Video On Demand – da TV Globo) e Luiz Bordim (Senior Interaction Designer da Huge), que procuram debater o mercado e perfil do futuro profissional da área.

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Palestra Apresentações Incríveis
22 de novembro de 2012

A palestra “Apresentações Incríveis”- convencendo sua plateia em um minuto ou duas horas teve como Palestrante Renan Kaminski Damasceno, sócio-diretor da KaminskiAvalca, consultoria especializada em gestão empresarial para pequenas e médias empresas. O encontro aconteceu em 11/06, 19h.

Local foi o BeesOffice Espaço de Coworking; Rua Teófilo Otoni, 52/1203, Centro, Rio de Janeiro, RJ

Resolví ir a palestra gratuita do Bees Office pois o tema – apresentações – é algo que me interessa, como professor e eventual palestrante.

A palestra, como apresenta o titulo, se propôs a informar como se estruturam apresentações de impacto, mas acabou indo além de uma palestra focada numa ferramenta, com dicas pessoais e interpessoais sobre como apresentar um conteúdo e se apresentar como palestrante. O próprio palestrante deu mostras disso, ao responder com bom humor a certas perguntas ou observações dos presentes, como em qualquer apresentação, aula ou workshop.

As dicas para se fazer uma apresentação de impacto seriam:

  • Variar o layout da tela conforme a mudança de assunto. Apresentações lineares são enfadonhas, e boas apresentações devem ser como um filme “Blockbuster” que mantém a atenção com mudanças no ritmo da história.
  • Usar mais fotos do que texto nas telas. As fotos devem ser um apoio ao que o apresentador diz, e não disputar atenção com ele.
  • Sua apresentação deve contar uma história, mais do que discorrer sobre números e conceitos. O “storytelling” (contação de histórias) é o melhor recurso para definir o roteiro de uma apresentação feita por uma pessoa, para outras pessoas.
  • Uso de um slogan que resuma o tema de sua apresentação é importante para não deixar dúvidas sobre o que se está falando – ou onde se vai chegar.
  • Suspense, humor, perguntas para serem respondidas, dinâmicas de grupo são artifícios que devem ser usados para envolver a platéia no que está apresentando, tirando-os da posição de receptores passivos.

As dicas foram muito bem elaboradas, ainda que tenha sido meio duro ouvir que a culpa de uma apresentação que não atinge seus objetivos é integralmente do palestrante (ou nós mesmos). O outro lado perigoso da moeda, apresentações que prendem a atenção mas não fixam informação alguma (aula-show) é algo que também existe e foi comentado na palestra.

No geral, uma lição que tirei foi a de que a maioria das pessoas precisa dominar certas técnicas de apresentação, pois nem todo mundo é Steve Jobs, para se apresentar de modo desleixado, informal e prender a atenção da maioria; e poucas pessoas são Sílvio Santos ou Fausto Silva para se comunicar bem, independente da aparência ou do que se está falando.

Outra lição que tirei foi a de que certas apresentações técnicas nem sempre tem como seguir um “formato impactante”, pois certas informações são a palestra; certas apresentações precisam ter uma estruturação visual e organizacional que os modelos de apresentação fornecem, para que o palestrante não cometa erros comuns (usar fontes muito pequenas; excesso de texto; excesso de formatações como itálico, sublinhado e colorido ao mesmo tempo; falta de ilustrações ou ilustrações ruins; etc).

Enfim, foi uma boa palestra com informações (muito) úteis.

Links relacionados:

Site da empresa SOAP (especializada em apresentações)

Joni Galvão – super apresentações

Jogo de improviso (vídeos do YouTube)

 

Wallace Vianna é mestre em design, trabalha com webdesign, mídia impressa e multimídia.

Palestra Suíte Adobe CS 6
21 de junho de 2012

Palestrante: Carlos Willian
E-mail: carlos.william@woc.com.br cwmi@ovi.com
Local: WOC, Downtown, Barra da Tijuca
Data e horário: 18 de maio de 2012, 6ª feira, 14h

Visão geral

O conceito por trás da suíte Adobe CS6 é oferecer programas instaláveis através da internet, eliminando as mídias tradicionais CD/DVD/Blu-ray. Os programas se baixam, instalam e atualizam através de uma licença de uso mínima de um ano. A Adobe disponibiliza programa de compra de software por suíte, com atualização automática online. Por um lado isso reduz custos de distribuição, por outro não dá ao interessado chance de escolher em qual mídia deseja adquirir o produto. O principal motivo com certeza é tentar reduzir a pirataria com um controle online dos programas vendidos, em tempo real, via internet.

Agora os programas voltados para web e impresso estão disponíveis em uma única suíte (chamada Creative Cloud); paga-se mais do que no software em mídia, mas tem-se softwares adicionais para tablet (touch), que são os softwares tradicionais da Adobe com recursos simplificados, com atualização.
Exemplos desses programas simplificados são o Adobe Muse (Editor de HTML) e Adobe Edge (flash simplificado que salva animação em HTML 5).

O Creative Cloud além de ser um serviço de assinatura e download de software é um serviço de armazenagem de arquivos online, até 20 gb.

De novidades, o Sistema Operacional da Google, o Android 4 agora suporta Flash. Um golpe duro para as tablets da Apple que não suportam Flash. já que dispositivos de mão com baterias de longa duração já é realidade, vide exposição Suécia Inovadora, no CCBB RJ (*). Para quem não acompanhou na mídia, a maioria dos aparelhos “de mão” que acessam a internet não carregam Flash direito, pois não tem bateria com carga suficiente, gerando aquecimento e desgaste dos aparelhos.

A Suíte CS6  ao contrário da versão CS5 traz pequenas mudanças para ajudar no dia-a-dia (um pedido antigo dos usuários da adobe).

O Illustrator e Photoshop fazem uso de recursos de hardware dos processadores de placa de vídeo e placa-mãe. Atualizar software de ambos processadores é algo desejável para melhor desempenho dos aplicativos Adobe. O uso da placa de vídeo (hardware) agilizou o uso das ferramentas pesadas como 3D ou pattern/padrões vetoriais.
Ambos trazem interface nova (escura), ao contrário dos demais programas das “famílias” web e gráfica.

O Photoshop CS6

Recursos apresentados:

  • Pincéis com tamanho até 15 mil pixels,
  • Recursos antigos na suíte MS Office (Word Excel e Cia): o PS CS6 avisa quando uma mesma imagem é aberta por duas pessoas, e disponibiliza configuração de salvamento a cada “x” minutos (Adobe se rendendo a realidade da plataforma PC?).
  • O recurso Content-Aware (Conteúdo Sensível) com mais opções: ao selecionar e remover a imagem de uma área, o faz com fundo recortado/transparente, preenchendo a área que ficaria vazia.
  • Ferramenta de recorte ao selecionar já enquadra a imagem toda; você pode mover e girar a imagem dentro do recorte.
  • Painel de camadas possui filtro, permitindo visualizar apenas algumas camadas por nome, tipo, etc.
  • O menu 3D permite aplicar texturas e sombra em 3D, em textos e imagens, como o Illustrator já fazia há algum tempo.
  • O painel Bridge agora se chama Mini Bridge, modificado agora em forma de painel horizontal, se incorporou melhor a interface do PS.
  • A edição de vídeo inclui agora áudio. Pode-se fazer corte de clipes. Filtros de 3D e vídeo podem ser usados no PS melhor agora.
  • PS CS6 tem filtros que imitam os pincéis do Corel Painter, além de seleções especializadas com a precisão (mas não com a diversidade) do Corel Knockout.

O Illustrator CS6

traz como novidades:

  • linhas de contorno com gradiente;
  • a vetorização (auto trace) está melhorada;
  • o recurso de preenchimento automático por objeto, área (ex.: preencher todos os objetos com cor amarela);
  • a aplicação de padrões vetoriais de modo interativo (como no Flash cs4 em diante).

O Indesign (IND) CS6

  • agora faz aplicativos para dispositivos móveis (Apps). O Quarkxpress é melhor que o IND para gerar apicativos para dispositivos móveis; p.ex., o Indesign usa diversos novos painéis para conteúdo interativo, o Quarkxpress, em comparação, um painel só… O QuarkXpress gera Apps de modo mais rápido que o IND.
  • Os aplicativos  do Indesign são arquivos com extensão .ZAVE.
  • Bug desta versão do IND CS6: espaço acima do parágrafo não funciona se criar estilos de parágrafo (esse bug não existe na versão 5.5).
  • O IND CS6 possui “layout líquido”: permitindo mudar o tamanho e orientação da página de modo interativo, arrastando e soltando a borda da página (com as ferramementas Page tool e Gap tool); assim pode-se definir que objetos dentro da página (ex: caixa de texto) fiquem sempre com margem igual para todos os lados, independente do layout (vertical ou horizontal) ou rolagem de tela.
  • O IND CS6 possui um painel chamado Content placer, ferramenta para inserção de conteúdo vinculado (biblioteca de símbolos) dentro do IND. Esse conteúdo é voltado para aplicativos móveis ou não.

O palestrante observou que o sucesso do software está em seguir os líderes: a Macromedia seguia os atalhos de teclado da Adobe, como faz a Quark. A Corel não segue, daí estar correndo atrás do prejuízo, investindo em design de interface, p. ex…

QuarkXpress

O QuarkXpress cria projetos de publicação, e ao exportar gera arquivos para mídias diferentes, já ajustados (orientação vertical ou horizontal; layout responsivo/auto ajustável a tela ou fixo, etc). Recursos interessantes:

  • Alterações que se faz na diagramação de um projeto (mídia impressa, p.ex.) se refletem nos demais projetos (webdesign, aplicativos móveis, etc).
  • O Quark mantém os recursos (camadas, transparência) do Photoshop.
  • Há plugin do QuarkXpress para converter arquivos do Indesign para Quark e gerar apps para tablets.
  • A licença de um Quark pode ser usada em duas máquinas.
  • A Appstudio Preview da Quark é um visualizador gratuito de apps.
  • Quarkxpress 9 possui o Xstudio, aplicativo de desenvolvimento para publicação digital.

O palestrante não deixou muito claro, mas parece que a WOC possui curso de publicação digital com Indesign e QuarkXpress, que já vem sido ministrado em empresas.

A WOC poderia oferecer palestra sobre aplicativos Adobe Touch, ou pequenos workshops com uso deste software.

Enfim, foi uma palestra muito boa, abrangente, mesmo estendendo além do horário programado, por conta das perguntas dos participantes.

Notas:

(*) Suécia Inovadora – A exposição apresentada pela Embaixada da Suécia aborda 20 problemas enfrentados pela sociedade e como a inovação está sendo aplicada para enfrentar esses problemas | Até 8 de julho de 2012.
Fonte: http://www.bb.com.br/portalbb/page501,128,10154,0,0,1,1.bb?codigoMenu=9894&codigoMenu=9890

Adobe CS 5.5
31 de janeiro de 2012

Local: WOC (Barra da Tijuca, Zona Oeste, Rio de janeiro)
Palestrante: Carlos Willian
E-mail: carlos.william@woc.com.br cwmi@ovi.com
Data: 26/01/2012

O palestrante Carlos William, da área de mídia impressa e publicação eletrônica, falou sobre a suíte CS5.5 da Adobe, que veio como uma resposta da concorrência (leia-se Quarkxpress) na área de documentos e aplicativos para tablets.
Segundo Willian, o Quarkxpress foi líder na área de diagramação em países de primeiro mundo, enquanto que outros aplicativos como o Pagemaker não, por mera falta de divulgação (o que explica o sucesso do Pagemaker no Brasil anos atrás). A compra do Pagemaker pela Adobe e a criação do Indesign – produto do pacote da Adobe que mais sofreu alterações, talvez seguido apenas pelos Adobe Premiere e Acrobat – foram estratégias para competir com o Quarkxpress que apenas recentemente mudou para fazer frente ao Indesign. As novidades da suíte CS 5.5 refletem essa necessidade (já que a Adobe poucas vezes lançou uma versão intermediária de seus produtos como a CS 5.5).

Das novidades interessantes dos produtos Adobe para midia impressa, vale citar o recurso Puppet Warp do Photoshop, que permite distorcer imagens 2D como se fossem objetos 3D; por exemplo: a partir de uma foto de elefante de lado, a tromba pode ser movida para cima e para baixo, apenas definindo-se pontos de articulação (ou distorção) como se fosse imagem 3D. As ferramentas de seleção especializada como o Refine Edge finalmente se equiparam a plugins como o Corel Knockout. A grande vedete do Photoshop cs 5.5 é a parte de 3D que está bem desenvolvida, além de um menu para análise da imagem.

O indesign CS 5.5 possui recursos como distribuição de espaços em textos e figuras em conjunto, facilitando o trabalho de rediagramação. Aliás, existe recurso semelhante para redistribuição de texto: se você possui um texto (com título) em duas colunas agora há um comando que distribui o título na largura das duas colunas. À semelhança do Flash, mas de maneira mais simples, o Indesign permite a criação de padrões a partir de uma imagem, com grande facilidade. Outro recurso é a criação de gradientes com transparência de maneira fácil, a semelhança do que há no Fireworks (editor de imagem para webdesign). Talvez um dos grandes recursos do Indesign seja permitir ligar e desligar camadas de imagens importadas do Photoshop. Há muitos outros recursos voltados para publicação digital (criação de conteúdo para internet), deixando claro que o Indesign se reinventa a cada versão.

O illustrator possui recurso de extrusão 3D com muitas opções, o que permite fazer extrusões com texto ou imagem de maneira precisa (neste quesito melhor que o Corel Draw). Outro recurso 3D interessante foi o desenho em perspectiva: você pode ter uma imagem (vetor ou mapa de bits) e aplicá-la automaticamente em perspectiva num plano, para fazer uma ilustração de fachada de prédio, por exemplo. Na palestra o foco foi mostrar a integração dos programas (Illustrator, e Photoshop) com o Indesign.

No final foi comentado as novidades que “fazem a diferença” no Quarkxpress, como ter um painel para editar todos os efeitos aplicados numa imagem do Photoshop (!). Essa compatibilidade do Quark com arquivos de programas da Adobe é melhor do que a Adobe oferece em seus próprios programas (!!). O Quark é ideal para publicação digital, pois ele não cria “arquivos” e sim “projetos”, semelhante ao que ocorre em programas de edição de vídeo: você tem um “arquivo de projeto” com todo texto e elementos de desenho formatados que apenas se vinculam a conteúdo externo (imagens, desenhos, etc) para gerar uma publicação; esta por sua vez pode ser apresentada em versões para mídia impressa, internet, aplicativos para tablet, etc. sem necessidade de rediagramar ou gerar um arquivo para cada tipo de mídia. Alterações no texto em uma versão do projeto se aplicam nas demais versões (exceto alterações de posicionamento).

Eu que achava o máximo a alteração de idioma em programas da suíte Microsoft Office, fiquei maravilhado ao ver que o Quark permite alterar o idioma de maneira fácil, sem sequer reiniciar o programa (acorda Microsoft!). O Quark tem muitos recursos interessantes como vincular e desvincular caixas de texto facilmente, mas o melhor é o módulo para a criação de aplicativos para Tablets: você pode criar uma galeria de fotos para tablets de maneira super intuitiva e relativamente fácil.

Valeu a palestra, aguardo uma palestra sobre publicação digital.


O palestrante Carlos.


Photoshop: refine edge.


Illustrator: aplicando perspectiva a desenhos.


QuarkXpress: um projeto, diversas mídias simultâneas.


QuarkXpress: exportando imagens escolhendo as 
configurações aplicadas no projeto.


Quark: gerando um aplicativo (app) para tablet: 
galeria de fotos fácil e intuitiva.