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Freepik faz chamada para profissionais de criação de conteúdo
24 de setembro de 2017

O site Freepik, o famoso site de cliparts (imagens vetoriais e mapa de bits/bitmaps) gratuitos e pagos agora está selecionando colaboradores para produção de conteúdo para o site – design gráfico/visual, fotografia, textos técnicos ou tutoriais.
Amostras do que a pessoa interessada faz é exigido para o processo de seleção e eventual posterior contratação, para produção de conteúdo e, é claro, remuneração.

Quem quiser saber um pouco mais e avaliar se vale a pena, acesse este link.

freepik-profissionais-de-conteudo

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Reflexões profissionais 2013:3
27 de outubro de 2013

Wallace Vianna é designer gráfico e webdesigner.

Estava acessando a intenet de um antigo emprego, ouvindo comentários dos alunos: a professora é boa (mas falta experiência) o curso é bom (possui uma boa vitrine) mas pecou no conteúdo (que não está devidamente atualizado) e cronograma (que atrasou devido a problemas organizacionais, como entrega do material didático  após o início dos módulos, p.ex.).

É a velha história: enquanto as empresas tratarem a prata da casa (leia-se funcionários antigos com experiência) como “móveis e utensílios” (objetos descartáveis como as cadeiras e mesas, sem direito a reformas ou manutenção) sempre haverão problemas desse tipo. Enquanto os dirigentes tomarem decisões “de cima para baixo” sem consultar as bases (funcionários) sobre como fazer as coisas melhores  os problemas se perpetuarão, até o fim dos tempos.
Dou exemplos simples: reciclar professores mais antigos com professores mais novos, que intuitivamente possuem novas abordagens para serem usadas em sala de aula;  preparar professores mais novos com professores antigos que tem experiência em como preparar aulas e lidar com problemas do dia-a-dia; pôr em prática sugestões fornecidas pelos demais funcionários, como p.ex., oferecer aos alunos estacionamento para bicicletas, são pequenas ações que fazem a diferença para todas as partes.

Outro dia assistindo uma aula-show do colega docente, Fábio da On Training, percebí como um professor jovem pode ter algo a ensinar a docentes mais velhos: pesquisar conteúdo em outros idiomas além do português, espanhol e inglês; mostrar as últimas novidades do mercado de trabalho todos os dias; ter visão crítica do que está explicando (a explicação pode ser vista por um outro ângulo) são exemplos de como “fazer a diferença” de modo inteligente.

É por isso que admiro empresas como a SEMCO (vide este endereço, procurando por “Quem somos” e “Manual de sobrevivência”) onde as regras e normas são bem claras e sempre com foco nas pessoas, com tratamento humano e justo para todos os envolvidos.

O Facebook ultrapassou o Google (buscador) e YouTube (Videolog) como o site mais acessado no mundo. Isso explica porque o Google criou outra rede social, o Google+, desistiu de investir no Orkut (que só é/era forte na índia e Brasil). Isso mostra também que o Google AdWords é uma boa ferramenta para prever tendências, como assistí numa palestra do próprio Google, onde a vitória de um BBB foi prevista pela análise de número de pessoas que falavam sobre um candidato na internet. O Google se preparou bem antes desse fato, criando o Google+ e investindo no Orkut, p.ex., mesmo sem sucesso.
O Google vem desde então copiando os concorrentes ilustres (o falecido Google Buzz era um microblog como o Twitter) como o FaceBook (FB), seja na interface do Orkut e Google+, e agora entrou na cópia da publicidade.
O FB faz uso da imagem e nome dos membros para fazer publicidade. Eu me retirei dessa opção, pois, se eu não bebo não desejo aparecer recomendando marca de uísque ou cerveja. O Google anunciou recentemente “mudanças nos temos de serviço” e começou a fazer o mesmo, e por isso me retirei prontamente.
A maioria das pessoas parece não se importar, visto a quantidade de “solicitações”que recebo diariamente no FB para jogos e semelhantes, de gente que nem joga, por exemplo. Enfim, se esse tipo de propaganda fosse boa, seria solicitada assim como se faz no “bom” e-mail Marketing, pedindo permissão para enviar propaganda de terceiros ou própria.

Estava refletindo sobre sistemas de organização pessoal eprofissional, das planilhas (eletrônicas ou não) até programas de apoio a projetos, que podem ser usados por pessoas, profissionais ou empresas. Cheguei a conclusão de que cada necessidade tem sua ferramenta. Se os compromissos são simples, até os post-it (papeiszinhos adesivos fixados num quadro ou tela de computador) são eficientes. Se os compromissos são maiores, interligados ou precisam ser contabilizados ao longo do tempo,  provavelmente uma planilha resolva melhor. Se o problema envolve muitas pessoas, cada qual com uma ou mais tarefas, um programa ou sistema de gestão provavelmente será o indicado.
Recebi um e-mail do Organizze, que é um organizador pessoal com versão gratuita e paga, que é uma boa soloução para quem deseja organizar suas finanças. Claro que você pode usar outras soluções (planilhas do Google Docs, “feitas à mão”,  planilhas em papel ou aplicativos para celular como o Evernote, Springpad ou Keep do Googlep.ex.).