Archive for the ‘webdesign’ Category

Wordpress com Gutemberg
28 de setembro de 2018

O WordPress para acompanhar o mercado – desde concorrentes como o Wix como o mercado de plugins de construtores de páginas como o MotoPress, WP Bakery ou Elementor – está lançando o Gutemberg, um plugin dos próprios criadores do WordPress, para auxiliar a construção de páginas através de ferramentas visuais/gráficas do tipo “arraste-e-solte”/drag-and-drop.

 

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MarketDrops
17 de dezembro de 2015

Tipos & tipografia

Um haikai tipográfico interessante de Rodolfo Capeto, designer, direto do Clube dos Tipos, no FaceBook:

haikai-tipografico

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Dicas do Google: webdesign móvel
17 de dezembro de 2014

Webdesign para smartphones e tablets

Wallace Vianna é webdesigner no Rio de Janeiro

Fique atualizado webdesigner e desenvolvedor web!

O Google criou campanha para fazer uma web mais acessível por dispositivos móveis com dois sites, o

que tem como finalidade orientar os desenvolvedores e designers sobre como fazer sites melhores.

Outros links são para quem possui sites ou deseja desenvolver sites melhores:

Leia mais nesta matéria do O Globo online. que fala sobre como tornar páginas mais fáceis de ler em smartphones e tablets.

A capa de meu site passou no teste do Google!

A capa de meu site passou no teste do Google!

Ferramentas novas para webdesign
29 de setembro de 2014

Fiquem ligados, atentos pois os lançamentos de novas ferramentas para webdesign não param. Algumas vão vingar, outras vão sumir ou ser incorporadas por programas maiores, mas vale a pena conferir:

Seguem aqui duas dicas do Template Monster: Sketch plugins e 15 ferramentas para web design e developer.

Adobe online
25 de novembro de 2012

Wallace Vianna é designer gráfico e webdesigner.

adobe-html

Adobe está divulgando sua carta de intenções para o desenvolvimento web, com diversos sites e serviços, como o site HTML adobe.com; os links desse site apontam para:

http://html.adobe.com/webstandards:
um resumo dos serviços que a Adobe pretende oferecer para os webdesigners e desenvolvedores web, com CSS 3 (efeitos, animações e conceitos novos a serem utilizados com essa tecnologia)

http://html.adobe.com/opensource:
tecnologias e serviços em forma de código aberto, livre. Engloba:
Brackets (editor de HTML 5, CSS3 e Javascript)
Apache Cordova (plataforma para construção de aplicativos para dispositivos móveis)
jQuery Mobile (biblioteca Jquery para dispositivos móveis)
WebKit (conjunto de bibliotecas para uso de CSS 3)
Web Platform Docs (iniciativa da Adobe junto com webplataforms.org para criação de documentação de padrões web independentes de ramo, plataforma ou navegador. Algo como um novo W3C)
CreateJS (bibliotecas de código Javascript para criação de conteúdo interativo e multimídia).

http://html.adobe.com/edge:
vários serviços e ferramentas para aumentar a produtividade para webdesigners e desenvolvedores web. Esse último se subdivide em:

Adobe Edge Animate
Edge Animate: programa para fazer animações para web.

Adobe Edge Reflow
Edge Reflow: programa para fazer layouts (páginas) para dispositivos móveis.
Adobe Edge Code
Edge Code: editor de código HTML 5, CSS 3 e Javascript.
Adobe Edge Inspect
Edge Inspect: visualizador online de páginas em dispositivos móveis (requer Flash Player atualizado).
Adobe Edge Web Fonts
Edge Web Fonts: fontes gratuitas para seus sites ou páginas. Requer navegador de internet atualizado com CSS 3.
Adobe Typekit
Adobe Typekit:  O site TypeKit, adquirido pela Adobe em 2011, oferece fontes de texto comerciais, para uso em seu site.
Adobe PhoneGap Build
PhoneGap Build: construtor online de aplicativos para dispoitivos móveis.
Além dessas iniciativas, há outros serviços para compartilhamento, colaboração e publicação de aplicativos e sites:
Creative Cloud Files: Armazenamento de arquivoas online para acesso em dispositivos múltiplos
Business Catalyst: CMS da Adobe, um conjunto de ferramentas para gerenciamento de sites, hospedagem, métricas de SEO/SEM.
Story Plus: Site para  desenvolvimento de textos, em modo colaborativo, online.
Digital Publishing Suite, Single Edition: criação e publicação de aplicativos online.
Há ainda o Adobe Browser lab, um serviço semelhante ao Edge Inspect, citado acima, um visualizador online de páginas (online e offline) em diversos navegadores. é integrado ao Dreamweaver cs5 em diante, e requer Flash Player atualizado.
Ou seja: a Adobe está como sempre acompanhando o mercado. Espero que como a Corel no passado, não descubra que está atirando para muitas frentes, com muitos serviços que ao longo do tempo não sobreviverão. Eu mesmo, enquanto desenvolvedor web fico meio perdido ao decidir entre tantos programas e serviços na hora de desenvolver um projeto. Minha tendência seria usar as tecnologias que já conheço, e buscar uma nova apenas quando não encontrar aquilo que necessito.Mas é claro, existem pessoas que são fiéis a uma marca, e a Adobe deve estar apostando suas fichas nesse sentido, já que tradicionalmente sempre esteve muito próxima de uma determinada empresa, cujos clientes são extremamente fiéis.

Mais alunos brilhantes da Barra
13 de fevereiro de 2011

Desta vez o aluno em destaque é o Raphael Cerqueira, que antes de terminar o curso já tem site na internet: http://topinfrasolucoes.com.br/

Raphael é um aluno “adiantado”: além de ter facilidade em aprender ferramentas possui um excelente desenho (vide layout dele, abaixo)

pois é designer de midia impressa, e agora está migrando para a mídia digital (internet).

Asim como ao seu colega Gabriel Soares, desejo boa sorte, com a certeza de que ainda ouviremos falar em Raphael, que  é um aluno que “faz a diferença”.

Alunos brilhantes da Barra
21 de janeiro de 2011

Gabriel Soares, meu aluno de webdesign no SENAC Barra (Shopping Marapendi), é ex-aluno do curso de Engenharia da Computação, programador de C, e que agora migrou para o curso de design. O rapaz já faz sites como este que aparece na foto, é chamado pelos colegas de o “gênio da turma” pois além de ser autodidata, tem facilidade de aprender as ferramentas.

Como alguém que passeia bem entre a tecnologia e o design é raro no mercado, Gabriel com certeza vai ter sucesso na profissão. Boa sorte e sucesso, Gabriel!

Não me faça errar
30 de dezembro de 2010

Eu reescreveria o título deste livro assim, pois, o original – Don’t make me think/Não me faça pensar – deixa ambiguidades no ar (o livro é para fazer profissionais de web pensarem sobre projetos de internet, ao mesmo tempo que sugere que, projetos bem feitos, não fazem os usuários pensarem no que fazer).

Minha versão modestamente sugere que projetistas ou usuários não devem errar ao projetar ou usar um site. Do jeito que está sugere que o livro é feito exclusivamente para usuários de determinada marca de computador e sistema operacional…

O livro é muito bem escrito, mas o estilo irreverente “até o ponto certo” acaba sendo um calcanhar de aquiles: a real formação do autor fica no ar (se bem que para mim ele pode até ser botãnico, contanto que cumpra bem seu papel). Outra crítica que faço seria a versão brasileira – ela possui alguns poucos erros de revisão (indicação de páginas no índice) além de não indicar se os livros sugeridos pelo autor possuem versão em português.

O livro em sí é uma referência pois aborda questões técnicas de maneira prática e pragmática: como conceber testes de usabilidade que não custem mihares de dólares; como acabar com discussões de equipe  intermináveis sobre o que é “certo” e “errado” (funciona ou não) num projeto de sites; como elementos de interface devem ser projetados; como saber se seu site atende às perguntas gerais do visitante (“qual é o objetivo deste site?”, “por onde começo?”) ou perguntas específicas: (“o que é isso?””, “o que posso fazer aqui?”, “o que eles tem aqui?”, por que eu deveria estar aqui – e não em outro lugar?”).
Krug chama isso de  “teste do porta-malas” (imagine-se sequestrado, jogado num porta-malas e depois retirado dele para responder estas questões sobre um site): “que site é este?”, “em que página estou?”, “quais são as principais seções?”, “quais são minhas opções neste nível?”, “onde estou no esquema das coisas?”, “como posso realizar um a pesquisa?”.

O grande mérito do livro é mostrar que tecnologia não resolve questões de projeto. Design de interfaces tem a ver com pesquisar como as pessoas – ou grupos de pessoas –  reagem frente a um projeto. Talvez isso explique a resistência ou o desconforto dos profissionais de mídia impressa ao migrarem para mídia digital. Na mídia impressa questões de organização da informação já estão por demais bem resolvidas para que se tenha de pensar como as pessoas vão reagir frente ao que foi diagramado e impresso.

O site do autor possui links para download de um capítulo e sumário – como muitas livrarias online fazem – o que já é um bom começo para quem deseja avaliar se o livro atende as expectativas.

Nem preciso recomendar esse livro, uma vez que é indispensável a quem trabalha com internet.

Rocket surgery made easy, livro de Steve  KrugAcredito que seu livro novo – Rocket surgery made easy (tradução livre do tradutor de “Não me faça pensar”: “não é uma coisa de outro mundo”) seja um complemento interessante, já que explica exatamente como fazer um teste de usabilidade; e até onde sei não existe livro em português sobre o tema.