Archive for the ‘design’ Category

Freepik faz chamada para profissionais de criação de conteúdo
24 de setembro de 2017

O site Freepik, o famoso site de cliparts (imagens vetoriais e mapa de bits/bitmaps) gratuitos e pagos agora está selecionando colaboradores para produção de conteúdo para o site – design gráfico/visual, fotografia, textos técnicos ou tutoriais.
Amostras do que a pessoa interessada faz é exigido para o processo de seleção e eventual posterior contratação, para produção de conteúdo e, é claro, remuneração.

Quem quiser saber um pouco mais e avaliar se vale a pena, acesse este link.

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Novo Google Sites
10 de julho de 2017

O Google sempre acompanhando os novos tempos, deu uma roupagem nova nas suas ferramentas/espaços de publicação gratuita. Primeiro foi com o Blogger (ou Blogspot.com) que ficou mais parecido com um CMS como o WordPress; agora o Google Sites que virou uma ferramenta que produz sites responsivos.

Quem usava o saudoso Yahoo Geocities sabe como espaços gratuitos para hospedar páginas na internet pode reunir tanto uma comunidade como empresas ou profissionais.

O Google mantém a versão antiga (ou clássica) e a nova do Google Sites. Apesar de ser uma evolução, no design ele se assemelha a diversos construtores de home-pages ou sites gratuitos na internet, seja como ferramenta de hospedagens de sites ou não.

A diferença é que o Google está unificando os arquivos gerados pelos usuários em todos os seus sites; agora os sites criados no Google Sites fica armazenado no Google Drive do usuário.
Quem sabe um dia todos os conteúdos de todos os sites, blogs, redes sociais do Google ficarão reunidos num único repositório, facilitando a reutilização e compartilhamento pelos usuários.

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Google sites clássico.

 

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Modelos do Google site clássico

 

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Google Sites novo

 

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Modelos do novo Google Sites.

Crowd Sourcing: mão de obra coletiva
20 de maio de 2017

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Sites de Crowd Sourcing/CS (mão de obra coletiva) são voltados pra projetos e serviços de design, TI, marketing e até construção civil.

Eles intermediam serviços (como o PayPal ou o PagSeguro intermediam pagamentos) permitindo clientes encontrarem profissionais freelance/autônomos e vice-versa.

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Ferramentas para design gráfico e infográficos
14 de janeiro de 2017

Hoje em dia a internet está sendo, mais que uma mídia, uma plataforma de comunicação. Assim como o Google aposta suas fichas nisso com o Google Chromebook (um laptop com sistema operacional próprio, conectado a internet, onde todos as ferramentas de trabalho estção online), a cada dia surgem novas ferramentas para trabalho online.
Cito aqui duas, com versão gratuita e paga, para quem precisa produzir conteúdo online a partir de modelos prontos ou do zero, sem ter ferramenta instalada no seu aparelho (basta estar conectado a internet):

Piktochart

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Piktochart.com permite criar gráficos e infográficos online para fazer apresentações bonitas, com interface do tipo drag-and-drop/arrastar-e-soltar (ou WYSIWYG, What You See Is What You Get, para a galera técnica).

Prós:

  • fácil de usar, ferramenta online.
  • boa biblioteca de ícones, gráficos, imagens de fundos; fácil inserção de mapas-mundi e vídeos na internet.

Contras:

  • interface em inglês.
  • Design de modelos prontos bons, mas dentro do esperado.

Canva

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Canva.com é um a ferramenta que permite fazer designs para diversas finalidades: de uma postagem para rede social até uma apresentação ou publicação com várias telas ou páginas.

Prós:

  • fácil de usar, interface limpa, com o mínimo de funções e que reproduz um programa instalado (undo/desfazer no teclado, p.ex.).
  • permite salvar trabalhos feitos como imagem plana.
  • Site em português.
  • Modelos de designs muito bons.

Contras:

  • pode ser um pouco lento, durante o uso.
  • a interface de uso tem suas convenções, como p.ex., um objeto que está acima/sobre os demais (mesmo tendo interior vazado/transparente) impede à seleção dos objetos que ficam abaixo/atrás, até ser  enviado “para trás”; lembra a opção do Corel Draw de “tratar todos objetos como preenchidos”.

Nas versões gratuitas, a marca do site aparece em todos os layouts produzidos, que podem ser baixados em forma de imagem.

Making of / processo (7): Centro Cultural
31 de dezembro de 2016

Desta vez trago o processo de desenvolvimento de peça gráfica/de comunicação visual, de Centro Cultural no RJ.
As peças gráficas desenvolvidas são adaptadas para serem veiculadas em várias mídias – cartaz/convite impresso, mídias sociais, etc.

A peça gráfica finalizada é esta:
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Making of / processo: arte digital (6)
15 de outubro de 2016

Wallace Vianna é designer gráfico.

Mais uma vez trago um processo de criação de imagem digital, do designer Fagner Carvalho, para Contém, administradora de benefícios.

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Palestra SENAC RJ/FATEC: Designer de Interação: Conheça a profissão que o mercado digital precisa
8 de outubro de 2016

A Faculdade de Tecnologia Senac Rio (R. Santa Luzia, 735 – Centro, Rio de Janeiro) promoveu em 26 de setembro de 2016, às 19h, o evento “Designer de Interação: Conheça a profissão que o mercado digital precisa”. Foram duas palestras gratuitas com os profissionais Guilhermo Reis (gerente da plataforma VOD – Video On Demand – da TV Globo) e Luiz Bordim (Senior Interaction Designer da Huge), que procuram debater o mercado e perfil do futuro profissional da área.

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Sabia que Adobe CC (Creative Cloud) faz wireframes?
1 de outubro de 2016

Tradução e adaptação: Wallace Vianna, designer

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AutoraIvana Miličić, designer freelance, Croácia, membro TopTal desde 2015
Artigo original: TopTal

Wireframe é um passo importante na criação de qualquer interface de usuário em um website, aplicativo ou software.  Evitando se deixar levar pelas formas dos recursos visuais, cores, tipografia, estilos e efeitos você pode fazer mais foco na hierarquia do conteúdo e experiência do usuário.

Fazer protótipos e wireframes de baixa fidelidade irá ajudá-lo a testar e interagir mais nas fases anteriores, a trabalhar mais rápido e desenvolver produtos que os usuários vão adorar.

Há muitas ferramentas de wireframes diferentes para escolher no mercado.  Qual você escolherá depende de suas preferências pessoais e estilo de fluxo de trabalho.

Assim como um monte de designers migraram do mundo de impresso para o design digital, eu sou uma especialista nas aplicações da Adobe como o Illustrator, InDesign e Photoshop.  Posso usá-los de forma eficiente, em todos os lugares e em qualquer momento (mesmo se tenho de acordar para trabalhar no meio da noite, sem uma xícara de café :^D).  No entanto, estas ferramentas tornaram-se também as que eu uso para fazer web e aplicações de design visual (1).  Assim, para o meu fluxo de trabalho para ser o mais eficiente, eu as uso para fazer wireframes também.

(1) Nota do tradutor: link original, aqui

toptal-fig-1 FIGURA 1

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Making of / processo (5) – arte vetorial
26 de setembro de 2016

Wallace Vianna é designer e ilustrador/desenhista.

Segue aqui um pequena explicação, a partir de uma arte de cartão de aniversário.

A explicação é sobre como chegar a ilustração final, usando apenas ferramentas de desenho vetorial 2D; neste caso, o Corel Draw, versão X6 (mas válido para outros programas, como o Illustrator e versões anteriores do Corel, que suportem uso de malha 2D).

Não é um tutorial sobre como fazer o desenho inteiro, apenas um pedaço dele, já que a solução aqui descrita se aplica às demais partes da arte.

Nosso objeto de estudo e exemplo é a ilustração de um cartão de natal:
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Making of / processo (3) – Ilustrações para livro infanto-juvenil
17 de março de 2016

sidalio-carla-souza-lapis-tinta-cor O projeto
O projeto que me chegou de cara me atraiu: ilustrar um livro cujo tema é a inclusão social, com pessoas portadoras de necessidades especiais, como a personagem-título (surdo-mudo) ou pessoas com algum tipo de deficiência (pessoas que usam óculos, bengalas, etc) sem esquecer ainda pessoas da terceira idade, obesos, etc. A ideia é mostrar pessoas que normalmente são excluídas da nossa literatura infanto-juvenil e estão presentes na sociedade.

Pré-projeto
Inicialmente foi definido o estilo de desenho a partir de exemplos de ilustração do mercado, evitando um erro comum – o artista perder tempo adivinhando o que o cliente deseja, trabalhando a partir de seu estilo pessoal. Trabalhar assim permite que o desenho se aproxime mais e rapidamente do que o cliente deseja/imagina, pois raramente o cliente procura o ilustrador para fazer “trabalho autoral” (aquilo que o ilustrador gosta de fazer). Foi feito a seguir um exemplo de ilustração para ser aprovado junto a cliente e à editora/gráfico, que forneceu as especificações de como a arte deveria ser entregue (dimensões, marca/área de corte).

Desenvolvimento de projeto
Os rascunhos foram feitos em miniaturas, para dar agilidade na produção, e ampliados digitalmente para fazer os traços pretos. carla-ilustra-rascunhos Optei por fazer o traço dos desenhos à mão, em papel não-revestido, a fim de que o traço não ficasse muito parecido com desenhos da Disney (nada contra, apenas procuro fazer algo diferente a cada trabalho). Os traços foram escaneados em preto-e-branco, e depois convertidos em cor, com transparência. Isso permite ter traços pretos sem anti-aliasing/anti-serrilhamento da cor branca do papel original. A colorização foi feita em vetor, o que permite maior flexibilidade para fazer alterações. Segui soluções visuais do estilo de desenho aprovado (p.ex., gradientes de cor escalonada, com poucos gradientes contínuos), o que foi um aprendizado, ao sair de meu estilo pessoal de ilustrar.  Aliás, “sair da caixa” e trabalhar com estilo diferente do meu, é um exercício fundamental.

Cronograma de trabalho

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O trabalho seguiu o seguinte cronograma: cada etapa do desenvolvimento passa por processo de aprovação junto a cliente, antes de ser finalizado: os rascunhos a lápis, o desenho em forma de traços pretos, a colorização inicial (com cores planas). Isso evita retrabalho de desenho e cor ao mesmo tempo. Após aprovação das cores planas, o desenho é finalizado com sobreposição de cores para dar profundidade e iluminação.

Contrato de serviço
Um pequeno contrato de serviços digital foi feito entre mim e a cliente, o que permite refazer/incluir termos com agilidade, além de registrar em um único lugar as conversas entre ambos (comprovantes de pagamento das etapas, datas de aprovação etc). Uma questão comum no mercado (assim como sobre o que é ou não entregue ao final do trabalho), são as alterações no combinado: se a etapa foi aprovada (exemplo, desenho a traço), será refeita mediante pagamento de adicional. Pode parecer coisa simples, mas vejo muita gente não sabe lidar com essa questão, seja pela nossa cultura do “jeitinho” (onde mais vale o relacionamento interpessoal do que o combinado) seja por imaturidade profissional. Pode-se ter um bom relacionamento com os clientes sem perder de vista o cumprimento ao combinado. E isso não quer dizer engessamento das relações: pode-se mudar o combinado, contanto que ambos os lados cheguem a um acordo bom para ambos os lados, ao ajustar o contrato de serviços.

Conclusões
O projeto deve estar concluído neste primeiro semestre de 2016, e parte dele pode ser visto no site ilustra.org: http://www.ilustra.org/users/wallyvianna Existem detalhes de produção, mas que caberiam mais num curso prático ou em outro texto específico sobre este tema.